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Peixes da bacia Araguaia-Tocantins
PREVISÃO DO TEMPO
Para os próximos 4 dias em Goiânia, Aruanã, Niquelândia, São Miguel do Araguaia e São Simão.







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Apapá
Normalmente encontrado sozinho ou em pequenos cardumes, inclusive misturando as duas espécies, prefere ficar na superfície d'água ou um pouco abaixo, mas quando o sol está forte e intenso se desloca para profundidades bem maiores à procura de abrigo.
Costuma desovar nos igarapés e margens inundadas na época da cheia, entre os meses de outubro a janeiro.
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Barbado
Chega a pesar 12 kg quando adulto e vezes ultrapassa 1,20 metro - são raros exemplares com esse porte. Como a maioria dos bagres, freqüentemente, habita o fundo dos leitos de rios de médio e grande porte com águas escuras e barrentas. Por povoar mais ou menos as mesmas regiões de pesca do pintado e da cachara, pode ser pego com certa facilidade durante a pesca dessas espécies
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Cachorra
Podem alcançar mais de 1m de comprimento total. Peixe de meia água, encontrado em canais e praias de rios, lagos e na mata inundada. Espécie piscívora que ataca presas relativamente grandes, às vezes atingindo cerca até 50% do comprimento total do predador. Costuma saltar fora d'água quando é fisgado, mas tende a se cansar com facilidade.
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Curimbatá
Em algumas espécies os machos podem pesar mais de 5kg e atingir 58 cm, e as fêmeas 70 cm e pesar, às vezes, mais de 6 quilos. Na época da piracema os machos emitem sons (roncos) que podem ser escutados até fora d'água. Devido às inúmeras espécies de peixes e aves predadoras que se alimentam dessa espécie, o curimbatá pode ser considerado a sardinha dos rios brasileiros.
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Jaú
É um dos maiores do Brasil. Peixe de couro, piscívoro, chega a pesar 120 kg e medir 1,60 m. É, sem dúvida, um sinônimo de força.
Por ser carnívoro e ter hábitos noturnos, é mais facilmente capturado no final da tarde até o amanhecer, sendo percebido devido aos rebojos que forma na superfície.
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Matrinxã
Atingem pouco mais de 4 kg de peso e 60 cm de comprimento total. São muito esportivos e propiciam grande emoções para quem se dedica a sua captura na pesca.
A estação da seca é a época mais produtiva para sua captura, especialmente com iscas que imitam pequenos peixes e artrópodes como insetos e crustáceos.
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Piau-Flamengo
Peixes de escamas; corpo alongado e fusiforme; boca pequena e dentes incisivos (características da família). A coloração do corpo é amarelada, com 8-9 faixas escuras transversais sobre o corpo, algumas não muito definidas. A região inferior da cabeça é geralmente avermelhada e as nadadeiras são amareladas. Alcançam cerca de 30cm de comprimento total.
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Piraíba
Maior bagre de nossas águas, é carnívoro e voraz se alimentando de peixes inteiros, como os peixes de couro pacu-peba, traíra, matrinxã, cascudo, cachorra, piranha. As literaturas existentes mencionam tamanhos de até três metros e um peso de 300 kg, mas atualmente os exemplares capturados pesam abaixo de 100 kg. Para pescá-la é necessário usar material pesado.
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Surubim-Chicote
Peixe de couro; de grande porte, pode alcançar mais e 1,50m de comprimento total. Corpo muito alongado e roliço; cabeça achatada e mais larga que o resto do corpo.
Para pescá-lo deve-se usar iscas naturais, como tuvira e outros peixes, inteiros e em pedaços, e minhocuçu.
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Traíra
As Traíras são divertidas e bastante briguentas e podem ser capturadas com várias técnicas. Os peixes desse grupo podem alcançar tamanho máximo em torno de 5 kg e 80 cm de comprimento.
São caçadoras implacáveis e, uma vez atiçadas, atacam iscas diversas vezes. Como não nadam muito bem, as iscas devem ser puxadas mais lentamente. Muitas vezes, são atraídas por barulhos na água, como o de peixes debatendo-se na superfície.
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Tucunaré
Em indivíduos adultos o padrão de colorido pode ser usados para distinguir todas as 12 espécies, muito embora aos olhos dos leigos possa ocorrer muita confusão.
Costumam viver em ambientes de água parada, característico de lagos e lagoas marginais, mas também podem ser encontrados na calha dos rios e algumas espécies até na água corrente. Mesmo ocupando estes habitats, a maior parte das espécies tenderá a preferir uma região de água mais calma.
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Aruanã
Estão sempre bem próximos da superfície, onde caçam dentro e fora d'água. Costumam dar grandes saltos, de até 2 metros, para apanhar artrópodes ou fugir de predadores como os botos.
Geralmente são ruins de manuseio e morrem se permanecerem muito tempo fora d'água.
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Bicuda
Piscívoro, é extremamente voraz e grande saltador, um dos aspectos marcantes dessa espécie, é extremamente hábil para saltar fora d'água quando se alimenta.
Está sempre à procura de cardumes que estão se alimentando na flor d'água como, por exemplo, lambaris e outros peixes menores.
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Corvina
Alcança mais de 50 cm de comprimento e massa superior a 5 kg. Espécie de fundo e de meia água, sedentária, forma grandes cardumes na porção central de lagos, lagoas e reservatórios. O melhor período para pescá-las é pela manhã bem cedo ou no final da tarde e à noite.
Sua carne tem bom valor comercial por ser branca e suave, muito apreciada na gastronomia.
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Dourado
Considerado o "rei dos rios". São encontrados exemplares de 70 a 75 cm e peso de 6 a 7 kg.
Carnívoro agressivo e canibal, o dourado se alimenta basicamente de tuviras, lambaris e piaus.
A espécie tem a boca muito dura e com poucas partes em que a garatéia possa se prender. Por isso, o uso de iscas artificiais pequenas é bastante indicado, por se acomodarem melhor na boca do peixe.
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Mandubé
Também conhecido como palmito ou fidalgo, chega a medir 50 cm de comprimento e pesar em torno de 2,5 a 3 kg. A espécie, de carne bastante saborosa, pode ser capturada durante o ano inteiro. O palmito recebeu esse apelido pela maciez e o sabor que sua carne apresenta, muito diferenciada em relação a outras espécies de couro.
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Pacú
Conhecidos também como Pacus-Caranha e Caranhas, atingem pouco mais de 80 cm e 10kg e existem relatos de exemplares com até 20 kg.
Seus hábitos alimentares variam de acordo com a época do ano e a oferta de comida. Espécie típica de piracema, migra para áreas adequadas para reproduzir, crescer e desenvolver larvas.
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Pintado
Tanto sua pesca, como o sabor de sua carne, tornaram-nos a espécie de couro de água doce mais conhecida dos brasileiros.
Atingem seguramente mais de 1 m de comprimento. Habitam calhas principais de rios nos poços mais fundos e entram em regiões alagadas na época das cheias. Podem ser encontrados em corixos e vazantes à caça de alevinos, juvenis e adultos de outras espécies como Curimbatás, Lambaris, Tuviras e Jejus, entre outros.
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Pirarara
As principais características são as cores, no dorso variam do marrom ao preto. Cauda truncada, facilmente identificada pela sua cor vermelho-sangue. Alcança pouco mais de 1,2 metros e 70 kg.
Muitas vezes, assim que retiradas da água, emitem altos bufos que começam graves e terminam agudos. Vivem em canais de rios, várzeas e igapós, tanto em águas negras como claras. A melhor época para captura-las começa em maio e vai até outubro, quando os rios estão em seu leito normal (na caixa).
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Tambaqui
É uma das espécies mais desejadas pelos pescadores hoje em dia por sua forte briga e sua farta carne, com pouca espinha e de excelente sabor. Peixe de escama, é um dos maiores do Amazonas, chegando a atingir, aproximadamente, 90 cm de comprimento e 30 kg. Antigamente, eram capturados exemplares com até 45 kg. Hoje praticamente não existem mais exemplares desse porte.
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Trairão
Peixe de escamas; corpo cilíndrico. Pode atingir 20kg e mais de 1m de comprimento total, mas exemplares desse porte são difíceis de encontrar. Espécie piscívora e tão voraz quanto a traíra.
Usar iscas naturais, como pedaços de peixes (cachorra, matrinxã, curimbatá etc.). As iscas artificiais também são muito utilizadas
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